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Viagem à Embrapa


Jeanine (professora) reuniu todos nós para viajar para Campina Grande para viisitar a Embrapa, que significa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.
Eu acordei às 7h da manhã e fui para a escola, esperei o pai de Filipe. Ele chegou e entramos no carro e fomos...
Chegando lá, entramos na Embrapa e vimos os algodões coloridos nascendo e como fazem as fibras dos algodões, etc.
Quando chegou a hora de irmos para casa ficamos esperando o pai de Filipe (motorista) por um bom tempo.
Finalmente ele chegou e fomos para casa.

Rian Rodrigues Ferreira - 6º ano

O dia em fomos ao parque


Chegando no parque eu e minha turma vimos vários brinquedos e tínhamos que decidi em qual brinquedo ir.
Todo mundo ficou em dúvida na hora que decidimos ir na bailharina. Quando todos já estavam sentados o homem que controla o brinquedo não estava lá.
Então, um menino sabia onde o homem estava e foi chamá-lo para ligar o brinquedo.

Augusto Nascimento - 6º ano

O saber e o meio

Foto retirada de Aula de Campo no CCA

Os alunos da Educação Infantil e do primeiro segmento do Fundamental que estudam no Sistema Educacional Areiense visitaram nesta sexta-feira (09) o setor de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias do Campus II da UFPB para uma aula de campo sobre animais.

Composto de crianças com idade entre 3 e 9 anos, o grupo visitou ambientes de criação de bois, porcos, galinhas e cabras para observar, entre outras coisas, como é feito o manejo destes animais. Os estudantes receberam informações dos funcionários do CCA e conversaram com a estagiária Samara Ribeiro do curso de zootecnia que concluiu o ensino fundamental no Sistema Educacional Areiense.


Os alunos estavam acompanhados pelas professoras Jeanine Félix (5º ano), Maria das Graças (4º ano), Gabriela Barbosa (3º ano), Glauce Mery (2º ano), Glaucia Cruz (1º ano) e Nathália Candido (Educação infantil) que desenvolvem um trabalho de ensino baseado no socioconstrutivismo que visa ampliar os conhecimentos adquiridos em sala de aula com experiências práticas do cotidiano dos alunos através da interação com o meio. O professor, neste processo, atua com mediador.

Com o compromisso de pautar suas aulas em experiências práticas, as professoras intermediaram a fixação do conhecimento que constam dos livros didáticos com a vivência prática fazendo com que os estudantes sintam e pensem o espaço social no qual vivem.

Sistema em foco: rádio pela educação

Foto retirada de Sistema em foco

Desde o último dia 1º de agosto que alunos do Sistema Educacional Areiense estão produzindo e apresentando o programa de rádio Sistema em Foco.

Na primeira semana de programa a apresentação contou com participação do aluno do nono ano Andrá da Silva Cruz. Ele teve a companhia da aluna Ana Rita Diniz do sexto ano do Sistema.

Foto retirada de Sistema em foco

O programa Sistema em Foco é supervisionado pelo professor de Língua Portuguesa Gilberto Batista e está sendo veiculado de segunda a quinta-feira das 12h as 13h.


Os professores do Sistema Educacional Areiense também participarão com dicas e informações sobre suas respectivas disciplinas.

Gincana junina foi sucesso

Foto retirada de Gincana 2011

A equipe Xote foi a grande vencedora da III Gincana Junina do Sistema Educacional Areiense. Com 2.327 pontos, bateu as equipes Forró (2.057), Baião (1.948,5) e Xaxado (1.890).

O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (20) na presença dos representantes das equipes.

A Gincana Junina deste ano abordou os ritmos musicais característicos do Nordeste que deram, inclusive, nome as agremiações participantes.

Foto retirada de Gincana 2011

As tarefas que os alunos tiveram que realizar foram as mais diversas, todas voltadas para a cultura da região. Assim, apresentaram danças típicas, literatura de cordel, temas ligados ao mês junino e participaram de jogos bastante populares nesta época.

A popular pescaria não poderia ficar de fora. Os integrantes das equipes pescaram peixes que continham pontos secretos que se somariam à gincana.

Foto retirada de Gincana - Tiro e argola

Destaque este ano para a prova casal matuto, tarefa que exigiu dos estudantes criatividade e irreverência para conquistar os jurados. Cada equipe precisava apresentar seu casal caipira vestido a caráter para conquistar os pontos em disputa.

Foto retirada de Gincana Casal Matuto

Outra novidade de 2011 foi a realização do show de calouros no qual a equipe campeã somaria pontos preciosos dentro da gincana. Nesta tarefa os alunos mostraram seus dotes de cantores e surpreenderam.

Foto retirada de Gincana Calouros

O show de calouros foi realizado em etapas de classificação por equipes e eliminatória individual. A final foi disputada pelos alunos Renan Rodrigues (Baião), Thales Fidelis (Xote), Ana Clara (Xaxado) e Rafaela Fidelis (Forró) no domingo (19) à noite.

Renan Rodrigues soltou o gogó e mostrou a força da equipe Baião. Na média dos pontos a equipe Xote levou a melhor e foi a grande campeã da III Gincana Junina do Sistema Educacional Areiense de 2011.

A sanfona calou-se

Zezito animava os festejos juninos

Por Carlos Moreira, Emanuel Tobias e Maria Isabele Félix*

Nas comemorações do mês de junho deste ano uma nota de alegria não tocará. Partiu para outro plano, chamado pelo Criador, o sanfoneiro Zezito que deixa junto com a saudade peculiar destes momentos, histórias verídicas e folclóricas.

É com emoção e orgulho que relatamos um pouco da vida do nosso avô José Gomes da Silva, conhecido como Zezito Sanfoneiro. Nascido em 1945, em João Pessoa, logo cedo foi morar no município brejeiro de Serraria junto com seus seis irmãos.

Foi criado naquela cidade por um famoso sanfoneiro conhecido por Biu de Lica com quem aprendeu a gostar de música. Escolheu como instrumento, a sanfona que aprendeu a tocar ainda na juventude juntamente com seus irmãos.

Ao completar 15 anos, veio morar em Areia. Passou a trabalhar para um professor da Universidade Federal da Paraíba, que em pouco tempo lhe conseguiu o emprego de vigilante naquela instituição de ensino superior.

Em Areia, conheceu Francisca Arlinda dos Santos Gomes com quem casou e tiveram 12 filhos, sendo cinco homens e sete mulheres. O pai de Zezito, antes de morrer enterrou a revelia da família, a sanfona que anos depois foi encontrada no quintal de casa.

Zezito, tocava em festas de arrasta pé no mês de São João, abrilhantava o tradicional forró do Viagra nas cidades de Areia e Alagoa Grande. Uma das suas últimas apresentações aconteceu durante a II Gincana Junina, em 2010, do Sistema Educacional Areiense. Quando se apresentava tocando com sua sanfona, o forró pé de serra tinha um verdadeiro e autêntico representante.

Alguns filhos de Zezito participavam de suas apresentações tocando instrumentos ou no acompanhamento vocal.

Quando tinha 57 anos ficou viúvo, mas não largou a sanfona, sua companheira de todas as horas. No dia 18 de maio de 2011 faleceu de insuficiência respiratória, provavelmente decorrente do consumo exagerado de cigarro.

Nosso avô deixa saudades e lembranças como alguém que sabia satisfazer aos netos com a mesma maestria que dedilhava a sanfona.
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* Os autores são netos do sanfoneiro.


Areia em festa, comemora 165 anos hoje


Areia comemora 165 anos de Emancipação Política nesta quarta-feira. Confira o depoimento sobre a cidade de algumas pessoas que vivem nesta cidade.









Natália Cristhine (sobre Pedro Américo)


"Pedro Américo é um vencedor"

Natália Cristhine Félix Lima


Milena Maria (sobre Pedro Américo)


"Pedroooooo Américooooo!!!!"

Milena Maria Nascimento


Mayra Gabriele (sobre Pedro Américo)


"Pedro Américo era um pintor maravilhoso"

Mayra Gabriele Barbosa Sales


Maria Isabele (sobre Pedro Américo)


"Pedro Américo é um artista muito falado em Areia"

Maria Isabele Félix dos Santos


Luis Carlos (sobre Pedro Américo)


"Pedro Américo é um ótimo pintor e representou muito bem nossa cidade"

Luis Carlos Rodrigues Silva


Lauro Antonio (sobre Pedro Américo)


"Pedro Américo é um grande pintor"

Lauro Antonio Cardoso de Azevedo


Laís Silva (sobre Pedro Américo)


"Pedro Américo é um pintor maravilhoso"

Lais dos Santos Silva


Janine Layse (sobre Pedro Américo)


"Pedro Américo nos representou muito por ter nascido aqui em Areia e por ter sido um pintor"

Janine Layse Gonçalves


Arthur Sávio (sobre Pedro Américo)


"Pedro Américo você foi um grande vencedor, um grande pintor."

Arthur Sávio Fonseca Lourenço


Ana Rita (sobre Pedro Américo)


"Hoje Pedro Américo é um exemplo de amor pela Arte, acho que ele deve ser muito prestigiado"

Ana Rita Diniz da Cruz


Pedro Américo faria 168 anos


Américo, Pedro (1843-1905), pintor, desenhista e escritor brasileiro. Pedro Américo de Figueiredo e Melo nasceu no estado da Paraíba e faleceu em Florença (Itália).

Iniciou sua vida artística aos 11 anos de idade, contratado para trabalhar como desenhista pelo naturalista francês Louis Jacques, que viajou pelo sertão brasileiro, desenhando e documentando a fauna e a flora locais.

No Rio de Janeiro, estudou no Colégio Pedro II e, em 1856, entrou para a Academia Imperial de Belas Artes. Em 1859, recebeu do imperador D. Pedro II uma bolsa de estudos para se aperfeiçoar em desenho e pintura na França.

Em Paris, estudou na Escola de Belas Artes, no Instituto de Física Ganot e na Sorbonne, dedicando-se também à literatura e à pesquisa científica. Recebeu grande influência dos pintores neoclássicos franceses.

Entre suas obras literárias e filosóficas, destacam-se A reforma da Academia de Belas Artes de Paris; Discursos sobre a Estética e Ciência e os sistemas.

Viajou para a Itália e voltou ao Brasil em 1864, para lecionar desenho na Academia Imperial de Belas Artes. Em Florença, realizou suas mais famosas pinturas. Celebrizou-se pelas telas Batalha do Avaí e O Grito do Ipiranga.

Dedicou-se também à política, sendo eleito deputado em 1891. Em 1900, em Florença, pintou Paz e Cncórdia. Foi considerado um dois mais famosos artistas de sua época.
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Fonte: Encarta-BR 2000

A ortografia com o Acordo Ortográfico


Acordo ortográfico

RESUMO DO QUE MUDA COM O ACORDO ORTOGRÁFICO

ALFABETO: Ganha três letras. Antes: 23 letras. Agora: 26 letras. Entram: K, W e Y.
TREMA: Desaparece em todas as palavras. Antes: freqüente. Agora: frequente.

PALAVRAS PAROXÍTONAS:

1) Some o acento dos ditongos abertos éi e ói. Exemplos: europeia, ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia.

2) Some o acento do i e do u tônicos, depois de ditongos. Exemplos: baiuca, feiura.
PALAVRAS PROPAROXÍTONAS E OXÍTONAS: As regras de acentuação permanecem as mesmas.
ACENTO DIFERENCIAL: Some o acento diferencial. Antes: pára, péla, pêlo, pólo, pêra. Agora: para, pela, pelo, polo, pera. OBSERVAÇÃO: Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo.

ACENTO CIRCUNFLEXO: Some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos). Exemplos: creem, deem, leem, veem, preveem, voo, perdoo, enjoos.
ACENTO AGUDO: Some o acento agudo no u tônico nos grupos gue, gui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, enxaguar. Antes: averigúe, apazigúe, ele argúi, enxagúe você. Agora: averigue, apazigue, ele argui, enxague você.

OBSERVAÇÃO: As mudanças foram apenas ortográficas, não houve mudanças fonéticas. Sendo assim, as palavras continuam a ser pronunciadas da mesma forma que eram pronunciadas antes do acordo ortográfico.

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Narrativa, Adjetivo e Locução Adjetiva


Nossa atividade de hoje (26) é simples. Como introdução ao conceito de adjetivo vamos ler as explicações do livro nas páginas 109.

Na página 110 você deve observação o conceito de locução adjetiva para, só então, escrever cinco frases que contenham adjetivos ou locuções adjetivas.

Você irá redigir as frases no caderno para discutirmos na próxima quinta-feira (28) durante a aula da disciplina.

Iremos introduzir, ainda, os conceitos de sequência narrativa que o aluno encontrará na página 106 do livro didático. Com relação a este assunto, você irá produzir um pequeno texto de 10 linhas narrando um fato engraçado ou não.

A base para esta atividade será o texto "O homem nú" de Fernando Sabino. Lembramos que após escrever o texto, leia-o com atenção para corrigir possíveis falhas de ortografia ou de sentindo.

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